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29 de agosto de 2016

Os sistemas de geolocalização estão redefinindo o mobile marketing, não resta dúvida. Portanto, é um ótimo momento para entender a fundo essa tecnologia, que traz novas formas de envolvimento das marcas com seus consumidores. Se você ainda não está pensando nesses termos, preste atenção, pois é muito provável que seu público-alvo já esteja nesse caminho.
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25 de agosto de 2016

Pense naquele feriadão em que você se programa para viajar com a família. Antes de colocar o pé na estrada, já sabe que terá de tomar várias decisões: onde abastecer o carro, onde comprar a merenda das crianças, fazer a paradinha para o café? A geolocalização é uma mão na roda nessa hora. Bateu vontade de comer um hambúrguer? Com uma simples busca, na tela do seu celular aparecem as melhores opções de lanchonetes no pedaço.
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A geolocalização em anúncios é uma excelente forma de garantir que sua mensagem seja vista exclusivamente por aqueles que estejam presentes numa determinada região. Trata-se de uma alternativa de segmentação que diferencia bastante uma campanha em mídia móvel de outros meios de comunicação. Por isso é a grande sensação das plataformas sociais. O Snapchat, por exemplo, tem obtido bastante sucesso com seus filtros geolocalizados, pelos quais os usuários recebem e compartilham informações baseadas em sua localização.

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A publicidade online vem apresentando um desempenho positivo mesmo frente às incertezas do mercado brasileiro. O segmento nunca esteve tão em alta. Dados divulgados pela última pesquisa Digital AdSpending, liderada pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), revelou que o setor tem previsão de crescer até 12% em 2016 no Brasil, chegando a R$ 10,4 bilhões, ante os R$ 9,3 bilhões registrados em 2015. Um dado importante para quem anuncia ou deseja intensificar suas campanhas publicitárias no ambiente digital.
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16 de agosto de 2016

Quem vive de olho nos processos de comunicação para ter ideia de como a produção de conteúdo será no futuro, logo percebe que é evidente o fim das propagandas interruptivas - o irritante pop-up que surge na tela e atrapalha o fluxo de navegação do internauta, por exemplo. Os tradicionais banners sobreviverão por algum tempo ainda. Porém, pesquisas de eyetracking provam que os usuários são capazes de navegar pela web sem notar sua presença. A peça publicitária está na tela, mas o usuário não dá conta de sua existência e, portanto, ela não é eficaz. A produção de conteúdo publicitário precisa mudar.
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Os usuários de celular estão se acostumando à ideia de compartilhar sua localização com as marcas. Os consumidores já reconhecem que o compartilhamento de informações pode gerar benefícios, como serviços melhores para aplicativos, anúncios mais relevantes e conteúdo mais interessante de acordo com as coordenadas do GPS. Os empresários também percebem as vantagens dessa relação: mais clientes para o seu negócio. Confira como uma estratégia de publicidade local móvel pode direcionar as conversões.
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15 de agosto de 2016

Se para avaliar o desempenho dos anúncios móveis da sua marca, você só analisa a taxa de clique, você não tem a percepção correta dos anúncios que realmente funcionam. A taxa de cliques (CTR, ou click-through rate, em inglês) é considerada, há muito tempo, a medida padrão para determinar a efetividade de uma campanha, mas ela pode negligenciar informações importantes, como percepção da marca, engajamento e intenção — principalmente nos dispositivos móveis, nos quais 50% dos cliques podem ser acidentais, de acordo com o Google. Além disso, a CTR parece não estar relacionada — ou até mesmo negativamente relacionada — a outras ações importantes que as marcas querem que seus clientes realizem após visualizarem o anúncio, como fazer ligações, mapear rotas ou visitar a loja, conforme afirma o xAd.
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Uma das maiores vantagens do marketing digital é a capacidade de identificar, com precisão, o público-alvo certo para a sua marca. A segmentação comportamental e a demográfica ainda são os dois tipos principais de direcionamento para o público-alvo, mas tanto sua predominância quanto relevância continuam a evoluir. A ideia de que as características demográficas como idade e gênero são os melhores indicadores de resposta aos seus esforços de marketing está caindo em desuso, de acordo com o relatório de tendências de comunicação do Hotwire. Não se deve presumir que todo millennial gosta de música eletrônica, emojis ou Buzzfeed a fim de definir uma estratégia de mercado. Além de ineficiente, essa atitude pode ser ofensiva, fazendo com que a marca tenha fama de rotular seu público-alvo sem, de fato, compreendê-lo — como pode-se ver em alguns anúncios publicados pelo The Washington Post. O cenário digital está em constante mudança, e pode ser difícil acompanhá-lo, mas ele oferece oportunidades imperdíveis para que os comerciantes aprendam como identificar seu público-alvo e alcançar os clientes de maneiras surpreendentes e eficazes.
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Todo mundo adora cookies, mas quando o assunto é mobilidade, digamos que só os do chocolate são bons em viagens. A medição do ROI (retorno sobre investimento) da publicidade não é tão fácil em dispositivos móveis como nos computadores, mas é muito importante rastrear o impacto deste formato de anúncio, pois sua repercussão é muito mais abrangente do que um simples contagem de cliques. Por muito tempo, a única forma de medir ROI em campanhas mobile era saber a quantidade de cliques (notoriamente baixa). As campanhas em dispositivos móveis são, normalmente, mais efetivas dos que as de desktops (como afirma um estudo do comScore), e, neste sentido, progredimos bastante. Hoje, já há mais informações sobre esta medição de ROI. Através da ferramenta Valor do Mobile, por exemplo, o Google apresenta uma maneira mais fácil de conferir o ROI de celular da sua campanha, como afirma Igor Ribeiro, no site Meio&Mensagem.
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A publicidade digital continua crescendo e, com isso, ampliam-se também as possibilidades de formatos de anúncios. Tanto a Emarketer (Valor Econômico) quanto o grupo Interpublic (New York Times) reportaram que os gastos com publicidade digital vão superar os investimentos em TV nos Estados Unidos em 2017. Nunca foi tão importante entender as peculiaridades do meio, que não só cresce, mas evolui ano a ano.

Uma decisão simples, como escolher o melhor formato de anúncio mobile para o seu objetivo de comunicação, pode ser desafiador para qualquer um, do profissional de marketing experiente até alguém em início de carreira. Como novas opções estão sempre aparecendo, apresentamos aqui uma seleção rápida com os cinco formatos de anúncios para celulares e seus benefícios.

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11 de agosto de 2016

Native ads ou publicidade nativa é um termo usado para anúncios que buscam uma identificação direta com o formato das publicações de uma plataforma. Ou seja, em lugar do formato banner, o anúncio tem a aparência de post da rede social, inserido entre os demais posts dos usuários. Isso ajuda a diminuir a disrupção causada naturalmente pela propaganda - coisa que, cada vez mais, costuma incomodar a quem navega na internet.
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5 de agosto de 2016

Praticamente da mesma forma que reinventamos a criação de mapas digitais anos atrás, agora o Waze deseja ajudar a indústria de marketing de geolocalização, usando uma combinação de insights e formatos de publicidade nativa. Após anos de testes, conseguimos provar que os anúncios no Waze têm um impacto considerável nos motoristas. Os anunciantes percebem o aumento no reconhecimento das suas marcas e na navegação desses motoristas para encontrar as lojas. Mas a pergunta que não quer calar: de uma perspectiva mais ampla, qual o significado de tudo isso?

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