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10 de janeiro de 2017

Aliar geolocalização e estratégias de venda no varejo pode ser perfeito para apresentar um ponto de venda, uma promoção ou oferecer um cupom de desconto para um consumidor em trânsito. Aliar uma ferramenta digital com localizações físicas tem se mostrado extremamente estratégico para que certas empresas dialoguem com seus clientes. A geolocalização, aliada a um bom planejamento, pode oferecer caminhos férteis para pensarmos ações de comunicação e marketing neste cenário. Neste artigo, vamos discutir cinco pontos para desenvolver ações neste ambiente em que on e off mesclam-se a todo instante.

1. Contexto
No livro sobre mobile business A Primeira Tela, Alon Sochaczewski, Léo Xavier e Ricardo Cavallini dão ênfase especial para a questão de contexto. Os autores afirmam que a empresa que souber utilizar "o contexto em que se encontram seus consumidores terá acesso a um vasto potencial de vendas". Para ilustrar esta questão, utilizam o exemplo de um site móvel de um restaurante. Diferentemente de um site para desktop, o site móvel precisa estar ajustado para quem está em trânsito e não pode exibir informações irrelevantes. Neste caso seria elementar que a primeira página do site geolocalizasse o usuário, mostrando a rota mais conveniente para chegar ao restaurante e oferecesse um botão click-to-call para fazer uma ligação direta.

2. Oportunidade
O site Teleco reporta que o Brasil atingiu 247,5 milhões de celulares em outubro de 2016 e, segundo uma reportagem da Folha de S. Paulo, 168 milhões destas linhas são smartphones. O aumento do uso de aparatos móveis sinaliza oportunidades de atingir milhares ou milhões de consumidores por meio destas plataformas. Nesse sentido, é essencial que empresas de varejo comecem a pensar estrategicamente em desenhar versões mobile de seus sites, estudem a viabilidade de criar aplicativos, entendam como funciona a geolocalização e estruturem planos de como anunciar nestas plataformas sempre seguindo o princípio de contexto.

3. Sazonalidade
Existem épocas do ano em que os consumidores saem mais para as ruas. Pode ser para fazer compras natalinas ou jantar no Dia dos Namorados. Há um calendário de eventos que se repetem anualmente. A sazonalidade, quando bem trabalhada, pode gerar frutos excelentes para uma campanha. Por exemplo, oferecer um cupom de desconto no Waze para um consumidor que está numa vizinhança repleta de shoppings ou lojas na época de Natal pode ser uma boa estratégia para levá-lo até o seu PDV.

4. Horário
As horas do dia determinam certas rotinas de diferentes consumidores. Ao caminhar pela Avenida Paulista entre 11 e 13 horas, é bem provável que nos deparemos com uma tela digital do mobiliário urbano exibindo a localização de restaurantes e a possibilidade de escanear códigos que geram descontos ou promoções em diferentes estabelecimentos. Estes códigos podem acessar imediatamente a localização do consumidor, guiando-o por um mapa até o restaurante ou à loja.

5. Parcerias
Diferentes marcas já enxergam os apps de mobilidade urbana como parceiros para ações pontuais. A marca Diletto já distribuiu sorvetes em carros do aplicativo Uber. O uísque Johnnie Walker realizou inúmeras campanhas oferecendo cupons de desconto nas viagens com o app 99Taxis, incentivando os usuários a deixarem o carro em casa e irem ao bar de táxi. Os apps que utilizam geolocalização têm se mostrado excelentes plataformas contextuais para consumidores em trânsito conhecerem marcas e, futuramente, visitarem um PDV da mesma.

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  1. Geolocalização é uma das características elementares para a criação de estratégias de venda no varejo.
  2. Contexto é a palavra mandatória nesse tipo de estratégia.
  1. Oportunidade, sazonalidade, horário e oportunidade de parcerias, quando bem contextualizados, geram resultados extremamente positivos para uma marca.
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