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28 de julho de 2017

A sociedade está cada dia mais mobile. Ele está presente no lazer de seu sobrinho, que joga em rede com os amigos no celular, e até na rotina da sua avó, que troca mensagens com as amigas. Mas todo esse universo de tarefas que resolvemos com a ponta dos dedos, assunto constante aqui no The Compass, depende de um fator essencial: não existe mobilidade sem uma conexão de qualidade com a internet.

Com a quantidade de serviços de mobilidade disponíveis nos smartphones, passamos a depender dos planos de dados para chegar mais rápido no trabalho, avisar alguém que vamos nos atrasar e até para chamar um táxi. Pode parecer exagero, mas a verdade é que hoje em dia ter uma internet de baixa qualidade não afeta mais apenas o dia a dia de uma pessoa: tem impacto no trânsito, nos negócios, no funcionamento de cidades inteiras.

É por isso que o Waze, ao lado de operadoras como Claro e Vivo e de aplicativos como Spotify e 99Taxis, está trabalhando em parceria com a Qualcomm Technologies Inc., uma das maiores companhias de conectividade móvel do mundo, para incentivar a migração para o 4G. A campanha “Clube 4G”, que também tem o apoio da B2W, maior player do varejo online no Brasil, está sendo veiculada de junho a setembro, com mídia offline, no Waze e em outros aplicativos parceiros. As estrelas dessa campanha são personalidades da internet como Marco Luque, Christian Figueiredo, Gusta e Casal de Nerd, que incentivam os milhões de inscritos em seus canais do YouTube a melhorar suas experiências com smartphones.

Com 4G, o usuário tem acesso rápido e de qualidade a conteúdos como o streaming de vídeo e música usando a rede móvel. Do começo do ano até agora, 14 milhões de usuários já migraram para o 4G, mas ainda é preciso estimular mais pessoas a mudarem de plano. Segundo dados da Anatel, o Brasil tem atualmente 74 milhões de linhas ativas com acesso à rede 4G, enquanto as linhas 3G somam 108 milhões. Isso significa que mais da metade do total de acessos à internet no Brasil é feita em velocidade reduzida. É um dado que chama atenção quando analisamos que o celular se tornou o caminho de entrada para a internet. Não é à toa que até o final de 2017 teremos um smartphone por habitante no Brasil.

Migrando para o 4G, com o olhar no 5G

Mas a mudança de plano faz tanta diferença? Faz sim, e muito. Basta pensar que o 3G é uma tecnologia do ano 2000 – o iPhone, o precursor responsável pelo crescimento e popularização da indústria dos smartphones seria lançado apenas em 2007. Pense no quanto os aplicativos do seu celular já evoluíram desde então. O 4G foi criado com uma tecnologia diferente, o LTE, e pode ser de 4 a 100 vezes mais veloz que o 3G.

A verdade é que, depois de tantas mudanças, a maneira que usamos hoje aplicativos está mais próxima do futuro 5G que do antepassado 3G. É para esse caminho que empresas de tecnologia e operadoras estão apontando, e, se os aplicativos estão evoluindo a caminho do 5G, muito em breve ficará impossível rodá-los na tecnologia antiga.

Tudo indica que o salto do 4G para o 5G será ainda maior que o que nos trouxe à tecnologia atual, com impacto na vida cotidiana das pessoas e até mesmo nos negócios: segundo pesquisa da Forbes, mais de 80% dos executivos acreditam que tecnologias 5G terão efeitos positivos em diversas áreas de seus business, como produtividade de trabalho e atendimento ao consumidor. A eficiência, velocidade e a baixa latência que o 5G promete também serão ingredientes essenciais para as tecnologias que vão moldar nosso futuro: dos carros autônomos à evolução da Internet das Coisas.

Mas, para vivermos esse futuro, é preciso primeiro completar um passo anterior: inserir, de fato, os usuários no 4G, prontos para experimentar as inovações que tornam o mundo mais dinâmico.
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