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6 de julho de 2017

Você já parou para pensar por quantas mudanças o marketing passou nos últimos anos? Parece que a cada dia surge uma nova plataforma a ser considerada nas campanhas, um novo jeito de falar com as pessoas.

Algumas são modas passageiras que trazem consigo boas oportunidades, mas outras tendências mostram-se mais perenes, como as mudanças trazidas pelo entendimento dos locais por onde os consumidores passam. De um maior entendimento do comportamento do consumidor a ações que buscam conduzi-lo ao ponto de venda, existem várias possibilidades.

O que dá para fazer?
  1. Realidade aumentada: Desde que Pokémon Go se espalhou pelo mundo, a combinação de elementos virtuais em cenários reais ganhou força. A criação de ações nas quais o consumidor interage com o ambiente a partir de seu smartphone hoje já pode soar como algo factível, e pode desenvolver uma relação mais íntima entre a marca, seus clientes e pontos de venda.
  2. Identificação de padrões: Usando as informações geradas pela localização do consumidor , as empresas podem prever comportamentos específicos e oferecer a eles soluções muito mais assertivas. Exemplo: uma rede de fast food, numa sexta-feira na hora do almoço, envia uma notificação para um potencial cliente com a seguinte mensagem: “Que tal um almoço diferente com a criançada hoje, para começar o fim de semana?”. Mas como saber se a ação está dialogando com pai ou mãe com filhos? Os dados indicam isso, baseado nos trajetos diários daquela pessoa, com uma ampla possibilidade de acerto.
  3. Crossbranding: Parcerias entre diferentes marcas também podem ganhar, com ofertas combinadas e complementares. Imagine que uma pessoa saia de uma loja de camas e colchões e, ao começar a andar, receba uma oferta de promoção de itens como lençóis e colchas. Faria todo o sentido, não? Com um princípio parecido, nos EUA, o aplicativo GasBuddy – que indica o melhor preço de gasolina aos consumidores – fez uma parceria com a Koupon Media (plataforma mobile de ofertas) para atingir seus usuários com cupons que baixavam o preço de snacks e bebidas vendidas nos postos de gasolina. Assim que uma compra era efetuada com um desses cupons, a Koupon criava um identificador único e anônimo para saber o que foi adquirido e quando. Ou seja, além de incentivar o consumo, ainda gera métricas para comprovar a eficácia da ação.
  4. Integração logística (on e off): Fazer remarketing já é uma estratégia consagrada. Depois do consumidor visitar o site da marca, o produto que ele procurou passa a aparecer em anúncios em seus dispositivos, na tentativa de convencê-lo a converter a compra. Até aí, tudo tranquilo. Mas agora imagine integrar isso com inteligência local para que, ao passar por um ponto de venda físico, o cliente seja avisado de que aquele produto que ele procurou online está disponível para venda imediata. E, como ele já queria comprar mesmo, toma aqui um impulso de 10% de desconto. Lindo, né? A possibilidade de fechar a venda aumenta consideravelmente.
Cuidados

É sempre importante lembrar que a privacidade é relevante, e que o consumidor nem sempre se sente bem ao ver que uma marca sabe muito sobre sua vida. As ações precisam usar dados cujo uso e captação foram autorizados.

Sem esquecer de que muita gente também está usando bloqueadores de anúncios. Só nos EUA, o E-Marketer estima que 32% dos usuários de internet usarão algum tipo de ad blocker até o fim deste ano.

Isso significa que é na combinação de elementos que mora o sucesso de qualquer atividade de marketing. Não adianta seguir um caminho único. E é a relevância – atingida pelo conhecimento avançado do comportamento do consumidor (por onde ele anda, quem realmente ele é) – que vai trazer retorno efetivo.

Precisa de um atalho?
  • A location intelligence está mudando a maneira de trabalhar o marketing.
  • Saber mais sobre o consumidor, baseado em sua movimentação física, gera oportunidades de negócio com maior probabilidade de acerto.
  • É preciso ter cuidado e usar apenas dados cuja captação e utilização foram autorizadas.
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