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25 de maio de 2017


Comandar um negócio nos dias de hoje não é tarefa fácil. É preciso pensar em todas as mudanças no comportamento do consumidor, criar estratégias omnichannel, e considerar variáveis que, há poucos anos, nem existiam.



E ainda tem o mobile. Pesquisa da PWC indica que 81% dos CEOs enxergam as tecnologias mobile como sendo estrategicamente importantes para suas organizações. Como usuário, tranquilo: uso tudo que está às minhas mãos. Mas e na hora de pensar nisso para a empresa, como ferramenta efetiva de marketing? É aí que as coisas começam a complicar. Tanto é que a mesma pesquisa indica que 86% desses executivos entendem que é importante que eles, pessoalmente, dominem o uso de tecnologias digitais.

Mesmo as maiores agências de publicidade do mundo ainda debatem sobre os melhores usos da tecnologia na comunicação. O básico, como geofencing, que gera anúncios geolocalizados e notificações push em aplicativos, muita gente faz – ainda que faça se perguntando se está fazendo direito. Mas para ir além do mínimo, é preciso um pouco mais de arrojo, é preciso realmente pensar mobile.

Mas o que isso significa? Bom, para começar, é deixar de entender mobile como algo separado e que exige um tipo de expertise difícil de dominar. É parte da estratégia, como todo o resto. Entre outras ideias, é necessário entender que, para um conteúdo de marca chegar até o consumidor hoje, ele passará – com toda certeza – por algum dispositivo móvel.

Um estudo do Think with Google, conduzido pela Ipsos, mostrou que impressionantes 71% dos adolescentes dos EUA assistem três ou mais horas de vídeo por dia em seus smartphones. Outros 51% dizem passar pelo menos três horas por dia usando aplicativos de mensagens instantâneas.Talvez isso explique porque lá nas terras do Tio Sam, mais da metade do investimento em publicidade digital está voltado para os dispositivos móveis. E estamos falando de 36,6 bilhões de dólares.

No Brasil, com a queda no valor dos planos de acesso à internet e a imensa quantidade de smartphones tomando conta do mercado, os números não devem ficar muito longe dos norte-americanos. Por aqui, o IDC estima que serão vendidos entre 40 e 42 milhões de smartphones em 2017.

Pensar mobile é entender que nada está mais próximo do consumidor hoje do que o seu celular. Cerca de 65% dos usuários desse tipo de aparelho no Brasil dizem que já o utilizaram, por exemplo, para saber mais sobre algo que viram na televisão. O celular se transformou numa extensão das pessoas, então é possível extrair dele toda uma gama de informações fundamentais para qualquer marca que queira ser mais relevante que seu concorrente.

Com mais dados, a comunicação fica mais assertiva e cria-se o ambiente perfeito para sair da caixa e criar ações de destaque com resultados efetivos.

Mas tudo isso só é possível com a tomada de consciência pela liderança da empresa de que trata-se de um caminho sem volta. Não se pode mais perguntar “se” algo mobile vai ser feito. Pergunta-se: “o que” farão?


>> Precisa de um atalho?

- 81% dos CEOs enxergam as tecnologias mobile como sendo estrategicamente importante para suas organizações.

- Serão vendidos entre 40 e 42 milhões de smartphones no Brasil em 2017.

- Os celulares são extensões das pessoas, portanto é impossível pensar em marketing sem pensar em estratégias mobile.
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