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30 de junho de 2017

Millennials ou Geração Z. Tem gerente de marketing e planner de agência que treme só de ler esses termos. Como atingir esse pessoal? Bom, você já viu um adolescente sem um celular na mão?

A mídia tradicional é ignorada por grande parte deles, que possuem outras referências, muito pelo fato de já serem nativos digitais. E assim, segmentar por renda não adianta mais, pois o comportamento – o que gostam e fazem online – tem muito mais relevância.

E são influentes, esses tais millennials. Uma pesquisa da IBM realizada em 16 países com pessoas entre 13 e 21 anos indicou que 77% deles persuadem a família na compra de alimentos e bebidas. Esse papel é de 63% quando a decisão é de comer fora e de 60% em roupas e calçados.

Onde estão? Como vivem?
Mas onde encontramos esse pessoal? Pois é... O melhor caminho parece ser… o celular. Nos EUA, 98% das pessoas entre 18 e 24 anos possuem smartphones. Aqui no Brasil ainda não temos números tão precisos, porém já sabemos que, entre os jovens que acessam a internet, 82% fazem isso usando dispositivos móveis. E os millennials brasileiros passam bastante tempo conectados neste device: em média 4 horas por dia, segundo pesquisa da MMA.O computador está se tornando uma peça obsoleta, usado só por gente mais velha. A Internet, para esse público jovem, é algo que está constantemente a um toque de seus dedos.

Estudo da Qualtrics, feito nos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, mostrou que 42% dos nascidos entre os anos 1990 e 2000 não consegue ficar cinco horas sem checar seus status nas redes sociais. E está excluído da pesquisa o tempo que eles passam dormindo.

Toda essa conectividade, evidentemente, altera a forma de consumir. 90% deles fazem compras online. E é essa galera, por exemplo, que usa e faz crescer a Economia Compartilhada: 30% deles já usaram algum tipo de aplicativo para achar um lugar para ficar, e 50% já comprou em sites de produtos usados.

Olhando todas essas estatísticas parece fácil criar uma estratégia: basta estarmos online, investindo em mídias sociais e em mobile e pronto. Bem, não é tão simples assim.

Mapa da mina
O mesmo estudo da IBM mostrou que 62% dos millennials não usa aplicativos ou websites que são difíceis de navegar e que 60% não navega em nada que demore muito para carregar. “A Geração Z espera que a tecnologia seja intuitiva, relevante e engajadora – sua última experiência excelente é sua nova expectativa”, comenta o gerente geral de Indústrias de Consumo Global da IBM, Steve Laughlin.

Ao mesmo tempo, 36% deles criaria conteúdo digital para marcas, 42% participariam de jogos online para campanhas publicitárias e 43% fariam reviews de produtos. Tudo isso de boa vontade, sem ganhar nada diretamente.

Participativos sim, mas também preocupados com a privacidade. Menos de 30% dos entrevistados da Geração Z estão dispostos a compartilhar dados pessoais e 61% se sentiriam melhor ao abrir suas informações se soubessem que seus dados estariam completamente seguros.

O que aprendemos com isso? Que existem alguns segredos para falar com esse pessoal. Que é possível, mas é preciso pensar bem e não simplesmente sair fazendo. A ideia é começar com facilidade e usabilidade, passar por personalização e terminar com interatividade. Ser mais próximo, mais presente, mais humano. É assim que se fica mais jovem.


>>Precisa de um atalho?
  • Os Millennials ou Geração Z possuem um comportamento muito diferente das gerações passadas e é preciso repensar o marketing para alcançá-los.
  • O smartphone é o canal para atingir esse público, que está sempre conectado a ele.
  • Facilidade de uso, personalização e interatividade são imprescindíveis para comunicar sua marca com os mais jovens.
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