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6 de outubro de 2017

O crescimento da publicidade nativa é inegável mas, ainda assim, muitas empresas não sabem como explorar essa estratégia de forma assertiva. Como já falamos aqui, as principais características da chamada native advertising são: foco no conteúdo, mensagens não-interruptivas e integração às timelines ou páginas de veículos. E seu principal objetivo: gerar engajamento, ou seja, fortalecer o relacionamento do consumidor com a marca. Fazer com que as pessoas se identifiquem com o conteúdo e passem a ver o anunciante como referência em determinado assunto. Só depois disso, a compra, o objetivo final do anúncio, acontece.

Quem quer explorar esse caminho precisa conhecer os principais termos e siglas da publicidade nativa. Entenda o significado deles e saiba planejar e analisar o desempenho dos seus anúncios de forma mais precisa:

Impressões: é o número de vezes que seu anúncio aparece durante a campanha;

Cliques: essa é mais fácil, representa todas as vezes que os usuários clicaram no seu anúncio;

CTR: ou Click-Through Rate, é a taxa de cliques que seu anúncio teve em relação ao número de vezes que ele apareceu, ou seja, sempre que um usuário decidir ir até o seu site – a partir do anúncio – esse clique entra para essa porcentagem.

CPM: Cost per Mille indica o valor a ser pago a cada mil visualizações que seu anúncio tiver;

CPE: sigla para Cost Per Engagement é o custo dividido pelo número de engajamento.

CPCV: ou Cost Per Complete View, é exclusiva para anúncios com vídeo. E esse indicador se refere ao custo por vídeo assistido por completo.

Além das métricas, é preciso entender com clareza as características de cada formato de anúncio e em que situação cada um se aplica melhor. Os principais são:

Anúncios In-feed e In-app: o anúncio In-feed é o formato mais comum de publicidade nativa. Eles são facilmente encontrados nas timelines do Twitter e do Facebook; já In-app, como o nome já diz, são os anúncios que aparecem em aplicativos, como no Waze. Hoje, cerca de 90% dos apps são baseados em GPS, o que ajuda não só na publicidade nativa, mas também o mobility-based marketIng .

Widgets de sugestão de conteúdo: hoje em dia, os navegadores têm a opção de instalar widgets que direcionam ou monetizam tráfego;

Outstream video ou vídeo nativo: esse é o formato mais recente de publicidade nativa, e se trata de um vídeo inserido no texto e que é ativado a medida que o usuário lê o artigo.

De acordo com um estudo da Business Insider, a publicidade nativa vai movimentar 74% do lucro de marketing até 2021. As marcas – e a publicidade – precisam acompanhar as mudanças de comportamento dos consumidores, apostando em conteúdo de qualidade, de forma não invasiva, e construindo um relacionamento mais próximo com eles.

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  • O crescimento da publicidade nativa é inegável. Seu desafio é fazer com que as pessoas se identifiquem com o conteúdo e passem a ver o anunciante como referência em determinado assunto. 
  • Conheça os principais termos e siglas para explorar com eficiência os caminhos da publicidade nativa. Além das métricas, é preciso entender com clareza as características de cada formato de anúncio e em que situação cada um se aplica melhor. 
  • A publicidade nativa vai movimentar 74% do lucro de marketing até 2021.
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